quinta-feira, 24 de setembro de 2009

No fué un 18 Chileno.

Mira quién esta en la foto, la familia Jara presente!

el profesor Marciel aprovecha después del desfile con la "Novia" Veriña, y mi nietecito Nicolas, es que estan haciendo curso de papito y mamita para después del casamiento.


Familia Jara presente, de nuevo!!

Mirando bién al medio de las profesoras vemos mi hija y también profesora: Sarita, esa que esta mirando y sonriendo para acá acompañando su Escuela, entonces ahora saben porque fuimos ver desfile de la ciudad de Estãncia Velha. Abajo salen algunas Bandas marciales de casi todas las escuelas.
Bueno, no fué un 18 en Chile; pero valéu un dia 20 Gaúcho, tché.






Bandas de la ciudad vecina, Estãncia Velha (Vieja Estancia), desfile muy animado, me recuerda los desfiules de Penco_chile, cuando desfilabamos los colegios, la division de Menores CRAV, los Scouts, la Banda Militar, etc.
Aqui fué el dia Domingo 20, que celebran apenas en este Estado (Provincia o Región) La Revolución Farroupilla.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Ser Chileno...

Yo no sé porque me gusta oir este extraordinario "huija"de Antonio Prieto, y en todas se me nublan los ojos, no; no es de tristeza, es que me estoy poniendo viejo apenas.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A Cueca.




Observación de Cheo-Andino: Aqui en Brasil "cueca", significa lo que en chile es conocido como calzoncillos o slip.

No Chile como em muitos Países, o mês de Setembro é o mês da liberdade, da Independência, por isso quero recordar um dos assuntos tradicionais do Chile, "A Cueca"; lembro que chegado no Brasil, lá pelos anos setenta e alguma coisa, os meus caros perguntavam onde ficava o Chile?, ou se lá tinha samba para dançar, conforme eu explicava a Cueca aos meus colegas, eu era motivo de riso, tanto que omiti por muitos anos mencionar o assunto que complicava meu folclore chileno..."A cueca", dança nacional Chilena ou pelo menos eu achava, até que oficialmente foi reconhecida pelo decreto apenas em l979.

Segundo os estudiosos em folclore a nossa dança nacional tem origem Africano, e o nome em Africano Bantú era "Zambaclueca", onde Zamba todos sabemos que é "dança", e "clueca" é quando a galinha para de põr os ovos e procura um lugar para chocar. Também é reconhecida como dança urbana, pois foi pelo Caipira ou o "Roto Chileno" que participavam de festas em casas de diversões chamadas de"chinganas", ou "Huifas", ou simplesmente "Casa de Niñas", mais conhecidas por aqui como casas de prostitutas que no século XX fizeram a farra.

Uma outra ala tradicionalista explica que a Cueca nasceu observando o galo tentando namorar a galinha, e tem origem Arábico-Andaluz, enfim a explicação não pretende ser um estudo, e sim contar que no Chile temos a cueca para dançar.

Para dançar é necessário um casal, e hoje tem roupas de "huaso" como é por aqui nos Centros de Tradições Gauchos, os dois usam um lenço que movimentam conforme a dança. E pronto! nossa cueca Chilena, pode ser acompanhada de um bom vinho tinto (do barril), e empada ( empanadas) feitas ao forno ou fritas, e "Viva Chile, Mierda"; (viva Chile..., é conhecido como o grito de honra do Chileno....;mas isso gente; é outra Estoria).

Dia do Software Livre, na Feevale.


Atenção pessoal!
Vai acontecer na Feevale dia 19 Setembro, O Dia do Software Livre. A informação chega a traves do Mateus Kern; alias não é convite; é convocação para os que apoiam a liberdade na utilização de software. Também deixo o blog para recados com Mateus. http://meadiciona.com/kern. Visitem o blog vale a pena, e também tem twitter.
Lutar pelo bem social, indiferente do ataque a ser usado; merece nosso respeito na vitória ou na derrota (cheo-andino).
Gente digam que ficou bonito!

sábado, 12 de setembro de 2009

Mi 11, lejos de chile.



Ayer 11 de septiembre fué para mi un dia para meditar, no escribi, dejé de lado mis sentimientos cochinos y pensé nuevamente en los treinta y cuatro años que estoy lejos de mi Chile, y si quiero contar los dias que pasé por allá durante esos tiempos, sumados me dan el resultado miserable de 28 dias, cuatro dias en Penco, con sus playas, los amigos que encontré eran dos, para mis parientes fui un querido extraño, a los ojos de los otros Chilenos; fui un traidor del Castellano que hablaba con otro acento y no conocia ni la plata; porque no se hablar "guevadas", ni "cabezas de pescado".


Cuando veo las noticias por región que en chile muestran los desmanes y atentados de ayer; yo sé que la história puede repetirse, que septiembre es el gatillo del tiempo, tiempo para hacer una nueva guerra, no por principios, apenas por compulsión en represália al septiembre del 73.


Arriba deja la foto muy bonita del palacio de la Moneda, pienso que devemos conservarlo por mucho tiempo asi, bonito como lo vemos.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mais fotos 3d



Septiembre.

Cuando estamos lejos buscamos vivir el presente; en el pasado, sin conseguir explicar que el tiempo paró, yo veo chile igual a una vitrina mostrando sus cosas; las veo, no las siento, me gustaria tenerlas; pero tengo que continuar caminando en las veredas de la vida, lejos, todavia muy lejos. Septiembre me trae recuerdos con el olorcito del mar,de los rios y el sauce llorón, Feliz mes de la patria mi corazón les desea a todos los Chilenos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Brick da Redenção














Hoje vou escrever da nossa voltinha em Porto alegre, mais precisamente no parque, aquele do brick da Redenção. Foi semana passada com meu filho, que tinha um seminário de professores y decidimos ir juntos para cuidar o auto.
Parque lotado, gente os camelôs do brick com suas coisinhas estranhas, aquelas que tu compras e na semana seguinte nem sabe onde comprou e nem onde guardar; mas muito bonitas.
Caminhamos pelo parque, e vimos gente diferente não apenas no modo de vestir, mas de falar também, muitos bichinhas no meio do parque, não; no sentido de discriminação, mas por que é diferente de nos. Tiramos fotos do laguinho, os cisnes de pedalinho, da lanchinha de corrida por controle remoto; esse é legal fazia as curvas que nem lancha grande, por que não falar do chafariz, um senhor super chafariz. Meti foto nele também. Tudo bonito quando de repente os guaipecas aqui... Deram de cara com o palco cheio de mulheres em clima diferente, com cartazes, música ao vivo e as cores do arco íris; isso mesmo gente pela primeira oportunidade nos três tínhamos visto uma organização de Lésbicas, bom nos fizemos aquele ar de conhecer profundamente o assunto saímos de fininho e sem olhar o motivo do encontro nem os casais femininos; isso para ninguém notar que viemos do interior, dos cafundós. Mesmo assim, silenciosamente deixo meu voto de apóio para aqueles que tiveram uma vida inteira escondida; fugindo de pessoas intransigentes. Diferentes de nos, medrosos no assunto.
Não lembrava bem onde ficava o lugar de fazer xixi e eu estava no aperto, então meu filho me indicou uma construção lá no fundo e diz para eu ir até que parecia ser o lugar do banheiro, bem não sei como percebi, mas eu fui notando que a coisa estava ficando escuro, preto... Agora eu pergunto o que é um pontinho branco, no meio de uma grande mancha preta? A resposta é... EU, usando camisa branca e calça de brim, no meio do reduto da turma “EMO”, era o QG da turma vestida toda de preto, me olharam até deixar o local.
Depois das sete hora meu garoto foi ouvir um palestrante Espanhol, e nos com a Vera fomos fazer um lanchinho, que depois de escolher o restaurante, decidimos sentar na arquibancada mesmo, ali no parque de frente ao Arco, saboreamos um ótimo cachorro-quente e uma latinha com canudinho e tudo. Feito isto decidimos matar uma horinha caminhando na calçado em frente ao colégio Militar, foi então que ouvi os sinos tocando, e decidimos investigar a quadra acima; quando a Vera falou: olha ali, eu já estava atento em aqueles dois jovens, um puxou pelo pescoço ao outro e se encostaram a uma porta do prédio, gente eu “vi o beijo mais apaixonado dos meus últimos 30 anos”; mas os dois são homens diz a minha incrédula companheira de caminhada, pois é; os dois deram-se as mãos e saíram caminhando tranquilamente como namorados, na nossa frente, deixando os dois de boca aberta, e cabeça em parafusos.
Achamos à igreja dos sinos tocando e fomos entrando, e ali mesmo assistimos à missa das sete e meia, na igreja de Santa Terezinha, depois fomos ouvir o final da palestra em espanhol.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Diálogo.....




DIALOGO (não concluído) ENTRE UM INDIO MAPUCHE, E UM MOTORISTA DE TAXI.

Nota de cheo-andino: Hoje estarei traduzindo e resumindo do meu jeito simples e da maneira mais adequada, para interpretar opinião do jornalista e autor Pedro Cayuqueo, Diretor do diário Mapuche Azkintuwe (Mapuche é uma raça de índios do Chile).
Aeroporto de Maquehue; após duas semanas fora do Chile, o avião aterriza na cidade de Temuco, chove muito; más quase todo o tempo é assim mesmo.
Pego um radio-taxi e peço para me levar até o centro da cidade
“Esta muito ruim este nosso clima”... somente o seu vôo que pode aterrizar; falou o taxista. Tentando começar uma conversa com seu provavelmente primeiro cliente do dia. Não pense que é só aqui, fui respondendo. No lugar de onde venho, eu suava a toda hora... até estava com saudades da chuva e o frio daqui.
Com ar de dúvida pergunta de onde é que estou chegando. Da Bolívia mais precisamente de “Santa Cruz”.
Ah!...da Bolívia, olha é por lá que tem um índio presidente, né?- aquele que esta de brincadeira com esse assunto da saída para o mar?
E o que você acha do Evo Morales? Pergunta-me. Então começo a explicar que na Bolívia existem diferentes idéias sobre a sua pessoa e sua presidência, mas; quando a ponto de emitir minha opinião, ele me interrompe de diz:
Olha... por aqui em Temuco também temos uns índios que estão todos os dias aprontando, invadem terras, fecham estradas, arrumam brigas com a policia, e isso que é gente desocupada, né. E, se entregassem as terras para eles, não saberiam o que fazer com isso. É o mesmo que entregar uma locomotiva para crianças dirigir! Esta gente (os índios) nunca tem trabalhado, ele tem preguiça por natureza.
Já se passaram cinco, dez, quinze minutos e o motorista do táxi aumentava os argumentos para denegrir a imagem Mapuche, eu tento em vão intervir nos comentários, mas; o estado crítico tomou conta dele, na chegada e antes de dar a última freada, olhou para mim de falou indignado: Já é hora de eles pararem!
Chegamos. Quanto custa?
Senhor são três mil pesos. Cavalheiro muito obrigado, e fique com meu cartão para a próxima!
Entro em casa e respiro fundo.
Pois já se passaram alguns dias e a conversa no táxi não me deixa em paz, não estou tranqüilo; não que aquele homem fosse um neonazista “crioullo”, nada de corvos tatuados no braço, nem hinos marciais Alemães. Mas tinha sim, ao lado do retrovisor a Virgem do Carmo, também fotos de crianças que pela idade seriam seus netos, no parabrissas um adesivo desgastado do Esporte Temuco. Lembro o taxista de pele mais escura que muitos Mapuches, um mestiço por muitas gerações; o chileno simples, comum, orgulhoso de sua família que ainda pela sua idade um esforçado trabalhador.
Onde localizar as origens de tanto racismo, na sua educação? No seu meio social? Experiências de vida?...Ou nos meios de comunicação?
Ele não é o único, com certeza! Suponho que dezenas, centenas, milhares de pessoas iguais a ele circulem pelas ruas de Temuco e arredores. Não são pessoas perversas, e sim Esquizofrênicas, não sou eu quem afirma, senão os resultados de pesquisas, senão vejamos:
- Considera você que o Estado está em dívida com o povo Mapuche resposta: Sim 82%
-Considera você que o governo deveria tomar medidas mais drásticas com os ativistas Mapuches, resposta: Sim 76%.
-Deveria o governo aplicar a Lei anti-terrorismo nos ativistas Mapuches, resposta: Não 67%.
(pesquisa do diário “La Tercera, em setembro de 2008)”.
Analise: Sim, Sim; mas, Não.
Não, Não; mas, Sim.
Isto é uma discriminação com jeitinho Chileno. O quê fazer ao respeito?Ir para a ofensiva?. A cada insulto responder com outro de maior escalão e medida. Já acreditei que esse deveria ser o caminho a ser seguido; eu reconheço ter pensado assim; mas essa idéia foi embora faz muito tempo. Temos mais é que insistir nas oportunidades que nos outorga o dom da palavra, ou nas letras como agora é o caso. Quanta vontade eu tive de chamar o taxista feito um Barack Obama, no pátio da Casa Branca; colocar as nossas diferenças numa boa, junto a uma rodada de cervejas; explicar-lhe; que o meu “bisavô”, o “Lonko” Luis Millaqueo, nasceu num País Mapuche, livre e independente; quando Chile aqui não era o Chile, e Temuco era apenas uma palavra a mais da nossa língua indígena. Contar-lhe que meu bisavô era o quarto filho de uma família de prósperos comerciantes de gado no “Vale do Cautin”, e que após a invasão chilena, foi cercado e isolado junto de sua gente; e que o exercito após despojar-lhe as terras tirou também os seus cavalos que negociava desde os seus 25 anos de idade, nas tropearias que iam até “Puelmapu” as terras Mapuches do lado Leste, na cordillera; hoje cidade de Neuquén pertencente à República Argentina.
Contar que os milhares de hectares de terras que meu bisavô tinha, foram reduzidas para 340 miseráveis hectares, ainda que historicamente constem no “Titulo de Merced” aprovado no ano de 1.904, E foi isso que legalizou o a desapropriação, o saque e a miséria aos que sobreviveram à derrota. Sem eufemismos, aqueles retalhos de terras foram denominados de “Redutos” pela Lei chilena, foram criados mais de dois mil. Muito bem sabido pelo Ministro do interior, sr. Edmundo Perez Yoma e que às vezes utiliza esses números para minimizar a quantidade de Mapuches mobilizados no Sul, que segundo ele “são tão somente duas ou três comunidades, entre um grupo de duas mil, que tem seguido o rumo da violência”.
Contar ao taxista que o que Perez Yoma denomina de comunidades, são redutos onde aqueles Perez Yoma de antigamente, trancaram gente que nem meu bisavô com seus parentes; comunidade que nos falamos até esquecemos que foram e tal vês continuem sendo escuros campos de refugiados.
Contar também que após a morte de meu bisavô, o meu “chedki” (avô materno), assumiu o cargo de Lonko, herdando não apenas o cargo, mas também a de ser um camponês pobre. Meu avô passou grande parte de sua vida (76 anos) percorrendo Juizados e órgãos de serviços Públicos; mesmo sem saber ler nem escrever, tomado por um câncer morreu com a tristeza de ser pobre e discriminado. Da mesma maneira que seu pai, meu avô tentou recuperar aquilo que lhe pertencia e lhe foi tirado, queria projetar um futuro aos seus 13 filhos, sem conseguir nada e o esforço arranco-lhe a vida.
Contar que Jacinta a mais velha de suas filhas era seu xodó, a mais mimada, e sofreu muito quando aos l7 anos ela decidiu ir à capital Santiago, para estudar e trabalhar. Gostaria de contar ao taxista que a jovem culta e bonita, Jacinta viria a ser minha querida mãe; esta mesma que não duvidou ao decidir largar uma bolsa de estudos lá nos Estados Unidos, para ficar trabalhando de doméstica, de sol a sol. A única maneira de ajudar na educação dos seus irmãos. Foi assim que conheceu e namorou meu pai, que na primeira oportunidade retornam ao Sul, e nos anos setenta nasceram: Maria Elena, Alejandra, e o passageiro que naquele dia chuvoso embarcou no aeroporto.
Maria Elena mora em Londres, faz 15 anos. Alejandra, a queridinha do papai, hoje é destaque doutorando no campo da medicina; e aquele seu passageiro, transita hoje pela vida como jornalista e homem de comunicação.
Penso eu, se é possível que pela dolorosa historia que hoje comparto com você, possa respeitar-me, lhe convido para conviver em paz e tratarmos de igual para igual.
Nos dois adoramos os nossos filhos, os dois desejamos o melhor para nossas famílias, também nos dois gostaríamos de viver numa terra de paz, inclusive nos dois torcemos para que o Deporte Temuco tenha uma boa temporada. Então existe a possibilidade de botar acento naquilo que no une? E não nas coisas que nos fragmentem.
Não responda de imediato, contem-me primeiro sobre você, dos seus pais, seus avôs, gostaria saber parte de sua historia, atreva-se e não sinta medo; porque as próximas cervejas saem por minha conta; eu lhe diria.
DIALOGO (não concluído) ENTRE UM INDIO MAPUCHE, E UM MOTORISTA DE TAXI.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Recuerdos


Los años se fueron sin apagar los buenos recuerdos, encontre esta fotito y pensé por que no la coloco en el blog. Señora Sarita usted no me conto cómo fué cuando se saco la fotito, yo quiero oir la historia.

sábado, 22 de agosto de 2009

Uma isca para tubarões.


Hola! Hoje quero ver se consigo mais pessoal para uma das campanhas que me impressionou pelo conteúdo e não pelo valor quantitativo; ou seja uns poucos loucos que brincam de caçar tubarões usando como iscas, sabem o quê....cachorros vivos, isso mesmo, cães vivitos. Isto não acontece em países do terceiro mundo Latino, nem África ou Ásia. Pois é la na Europa mais precisamente na ilha Reunion da FRANÇA. Eu fiz minha inscrição semana passada no grupo que precisa de muitas assinaturas para parar esta aberração. Pior é imaginar os anzóis passando pelas pernas,focinho, orelhas e até na barriga.
se alguém quer entrar no FACEBOCK (español), o grupo é : "Contra la utilización de perros vivos como carnada para tiburones"

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Felicidade

O casal na foto em baixo são Nick e Bobbi Ercoline, Em 1969 foram fotografados no festiva de Woodstock, e a foto foi para o mundo todo, hoje novamente em 2009 continuam felizes.

sábado, 15 de agosto de 2009

"Se equivoco la paloma..."



Não falei! difícil é aguentar os pensamentos daqueles tempos, os anos sessenta do século passado. Andei revirando minha grande coleção de tres CDs Mp3 e ouvindo as mesmas músicas a semana toda.
Gente! não precissavam ser tão rápidos, o meu email cheopenco estava lotado de ají com pimienta. João Manoel Serrat cantava "Se equivoco la paloma...". Jaime Roberto deixou no blog um comentario, e que esta com toda a razão falando sobre a eleição do Chile; desculpa mais foi "um golpe" de memoria falho, e Allende foi eleito presidente em 1970; más não seja por isso que a alegria de lembrar os anos sessenta vai murchar. Gracias Jaime Roberto.
Y para no dejar de responder para los amigos que dejaron recados, si soy Chileno y no me olvido de mi patria; pero es que ya pasaron mas de treinta años viviendo solito de manera diferente. Por eso Juanito, Ricardo, y al Nelson ya les habia prometido escribir en español, y continuare haciendolo cuando el asunto sea de cosas como cantava "Sandro", "triviales y sencillas".

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

40 anos de Woodstock





Hoje é dia 14 de Agosto; não teria como passar em branco uma data tão importante para a geração que já passou dos cinquenta, estou me referindo ao festival de Woodstock acontecido em 1969, eu morava no Chile e tinha 16 sonhadores anos, época de lutas sociais, Cuba já com Fidel, o Che tinha marchado para o Céu, Vietnam era prejuízo para a politica Americana, Chile era o primeiro governo marxista eleito pelo voto do povo, e eu adorava os Beatles; as drogas não eram o consumo marcado pela imprensa.
Lembro que o festival foi por três dias o maior desastre em previsões de organização...e saiu muito bonito, o maior festival de música pelo que significou para a juventude politizada e consciente da falta de amor entre as raças. Foi calculado para no máximo 75 mil pessoas, e chegaram mais de Meio milhão de loucos por paz e amor, congestionou estradas, faltou até papel higiénico; mais foi Woodstock que direccionou o mundo jovem na época.
Quinze minutos antes eu não sabia que ia lembrar desta data, nem sabia o que falar; agora fico feliz por ter lembrado do acontecido, com maconha e jovens nus valeu lembrar.
Acho que amanhá estarei escrevendo dos hippies dos anos sessenta.
Nas fotos acima estão, meus preferidos da época: Janis Joplin, e Jimmy Hendrix.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

"che" uma foto colorida


Todos sabiam que não havia fotos a cores; pois não é que uma mulher tirou umas cinco fotos em Cuba quando foi como enfermeira voluntária, nos anos sessenta. Ela esqueceu as fotos no baú por muitos anos e somente agora foram lembradas e expostas. Fica no meu blog, cada dia menos na esquerda e mais socialista Norte americano, igual ao Lula.

Casamento a Vista



Cansados da vida de solteiros, decidiram comunicar à família e amigos que assim não da mais; melhor pagar uma conta só de agua e luz, e para isso se tornar uma realidade...sai casamento no inicio do ano 2010. Isso mesmo; o Marciel meu filho, escolheu a Vera Lucia para envelhecerem juntos e felizes.
Boa sorte nessa nova empreitada, a bênção já a tem a muito tempo.